O Mundo Antes do Cristianismo

 

O Velho Vo diante do Homem Arte

 

HOMENAGEM AO CARLÃO

"Os primeiros sinais da civilização surgem há mais de 6.000 anos...

Há quanto tempo, heim!!!...o homem habita a Terra e continua duvidoso sobre sua origem. Nessa condição obscura, está a vagar no vácuo da ignorância.

A dúvida permanece. Da origem do homem e da mulher muito se fala, pouco se esclarece.

T. da COROA . RJ . 1997

 

Relembre os ínclitos ordenadores do pensamento.

Os gregos Pitágoras, Heráclito, Sócrates, Platão, Aristóteles, principalmente estes, nos seus devaneios, usando linguagem singular, sujeita aos meios de fortuna da época, formulavam aos seus conterrâneos e contemporâneos todo o saber atingido, e insinuavam a transcendência da alma. Mas, esses ensinamentos só sensibilizam aqueles que se preocupam com os mistérios da vida.

A propósito, a matemática, rainha das ciências, como a base do conhecimento físico, não enseja a resposta.

Naqueles momentos do viver humano o homem só pensava, pouco experimentava e não realizava ciência.

A vida se desenvolvia pela arte produzida. A
arte que resume a essência do pensamento, a fonte do saber; a arte que define a presença da alma na natureza humana.

A arte, portanto, atributo herdado de DEUS, da qual erige toda cultura humana.

Passado o tempo, ainda hoje é assim, e é assim porque a resposta não está na dimensão da ciência, do físico, mas encontra indícios na capacidade intelectual de cada um, e está presente no interior da alma, na forma subjetiva, como verdade latente, mas tangível.

O conteúdo dessa resposta permanece como privilégio de poucos e pertence aos que querem e conseguem romper os limites do físico, estágio do crescimento mental, necessário para vencer esse dilema.

Atrasado, o homem continua cético, pois aceita e se conforma com a dúvida e vive cego e preso aos apetites da matéria.

A verdade é perceptível !

Você acredita que todo o concerto discursivo dos gregos e tudo o mais que o homem e a mulher realizaram até os nossos dias só foi possível pela
Graça de DEUS !

Isto é o que importa !

Assim, os incrédulos continuarão, como
"os fariseus e os doutores da Lei" do tempo de Jesus, fugindo da verdade e resmungando pelos quatro cantos da Terra, negando DEUS... Como não podem negar a si mesmos, continuarão exaltando a natureza sem o Creador, como se esta pudesse existir de forma autônoma e sem a presença do homem e da mulher, filhos de DEUS, como disse no início desse meu trabalho... e continuarão atribuindo a existência do homem ao acaso, como dizem os "naturalistas", isto é, o homem e a mulher produtos da metamorfose de um primitivo qualquer, ou, segundo o rito que faz surgir a borboleta do casulo, ou mesmo parecido com a transformação do camaleão, que muda de cor para confundir-se com as cores do seu habitat".

 

Nesse momento o Velho Vo lembra

A referência dicionada, atual, da classificação do que parece ser, na regra, o "homem do século XX" ou "homem moderno", como preferem os mais audazes, definido na arte do comportamento imposto pela diversidade e a evolução cultural.

Entrementes, Pasme! "Mais do que nunca", preste toda atenção para a definição de homem que está descrita no Dicionário da Língua Portuguesa de J. Carvalho e Prof. Vicente Peixoto, 19ª Edição, editado pela Credilep S.A. Comércio de Livros, em 1971.

HOMEM, s. m. Mamífero bípede, animal racional que ocupa o primeiro lugar na escala zoológica; ser humano; humanidade; gênero humano; (fam.) marido ou amante; indivíduo corajoso. (Aum.: homenzarrão; dim.: homenzinho e homúnculo.)

O Velho Vo ressalta esse absurdo e comenta

 

"Na verdade o homem não muda. Com o potencial transcendente que possui, logo se adapta às novas situações ou realidades; mudam, sim, as coisas produzidas pelo poder de criar, pelo saber.

 

O Velho Vo aponta o contraste do Homem Arte

AMIGO... E ALTRUÍSTA

Agora, faça uma singela reflexão...e conclua, consigo mesmo, e negue a impostura: - "eu não sou um representante da espécie mamífero bípede"...

Essa forma simplista de apreciar o ser humano, sobejamente físico, parece trágico, porque induz o egoísmo.

Pobre mortal !

T. da COROA . RJ . 1997

 

Pela definição esdrúxula, o mundo apresenta o cenário de um gigantesco jardim zoológico onde os homens vivem digladiando, disputando entre si e com os demais animais, para manter o poder temporal.

E assim se passam os dias, as noites, os meses e os anos e o homem, marcado, estigmatizado pela chaga materialista, continuará caminhando pelos canteiros da vida, como um indivíduo apenas ambicioso, perdendo o senso humano.

 

Salve, nossos ancestrais anfíbios!

Salve, os macacos!

 

O Velho Vo retoma o discurso

 

Nos primórdios da civilização humana, o homem viveu alguns milênios sob a égide dos mais antigos povos, onde se cultuavam deuses de diversas naturezas, pelos poderes sobrenaturais a eles atribuídos.

T. da COROA . RJ . 1997

 

Na medida em que o homem desenvolvia sua própria capacidade de vencer os desafios que surgiam, o crescimento da sociedade humana prosseguia, num processo lento e individualizado de poder.

Os mais fortes, pela cobiça, subjugavam os mais fracos, pela proximidade territorial e à supremacia dos instrumentos de luta.

Alguns povos, guardados à distância ou separados por obstáculos naturais, conseguiam prosperar. Assim, a partir dos
Sumérios, surgiu a civilização na região banhada pelos rios Eufrates e Tigre, na Mesopotâmia. No vale do Nilo, norte da África, surgiram conglomerados humanos que se expandiram e se tornaram impérios, que foram se sucedendo ou desenvolvendo-se simultaneamente".


 

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