O Velho Vo diante da Farsa do Materialismo

 

 

O Meandro do Materialismo

 

LOUVOR À NOSSA SENHORA

"Vem de muito longe a pregação da idéia natural materialista. Os atomistas gregos já admitiam que tudo provém do átomo. Nos primeiros séculos d.C, aumentaram os adeptos dessas idéias, sobre a origem do homem. Observem o texto:

T. do BARRÃO . NITERÓI . 1996

 

"Segundo as doutrinas evolucionistas, o homem é simples gênero da ordem dos primatas. Outras doutrinas afirmam que o homem ocupa lugar à parte na natureza. Suas características anatômicas e psicológicas colocam-no certamente entre os mamíferos superiores, dos quais se diferencia pela posição ereta, pelo desenvolvimento do cérebro, pela diferente distribuição dos pêlos sobre o corpo, pelo desenvolvimento do nariz, do queixo. O corpo do homem compreende a cabeça, o tronco, formado pelo tórax e abdome, e os membros. As funções de nutrição e de reprodução seguem processos inteiramente análogos aos dos mamíferos superiores; em compensação, as funções de relação (sensibilidade, órgãos dos sentidos, locomoção, psiquismo), particularmente desenvolvidos e aperfeiçoados no homem, constituem os principais caracteres de sua individualidade".*

 

 

*Grande Enciclopédia Delta Larousse, verbete: homem, volume 8, página 3399-3400.

 

 

O Velho Vo ressalta a falha do texto acima...

 

N.S. DO ROSÁRIO DE FÁTIMA e OS PASTORINHOS

"Nesse ponto aparece o erro fatal à tese naturalista, quando os mentores atestam a presença do psiquismo na individualidade do homem: afinal, o animal não possui a característica psicológica, o que é próprio do homem e da mulher. Esta é a evidência do buraco negro, o vazio psiquico no propalado "ancestral do homem", que os evolucionistas não conseguem explicar".

T. do BARRÃO . NITERÓI . 1996

 

 

 

...e esclarece sobre esse ponto

 

"Devo dizer que teoria da evolução (evolucionista), teoria natural (naturalista), teoria da ciência (científica), ou teoria da matéria (materialista), indicam a mesma linha de pensamento, ou seja, que o homem é conseqüência de um processo evolutivo do físico e tem origem nos anfíbios".

 

 

Os Fatos da Teoria Materialista

 

 

O Velho Vo prossegue

 

 

"Muitos fatos ocorrem, no desenvolvimento da Humanidade, para configurar a teoria materialista da evolução das espécies. Vale recordar alguns".

 

  

O Velho Vo cita Charles Darwin, o precursor dos estudiosos da genética

  

"Concentre-se na idéia, que tomou contornos de verdade em meados do século XIX.

A teoria da evolução das espécies e da sobrevivência das espécies mais fortes na "luta pela vida" do naturalista inglês Charles Robert Darwin*(1809, 1882) que, na hipótese mais atrevida, apresenta o homem como resultado de uma inverossímil metamorfose de primata, foi publicado no seu célebre livro On the Origin of Species by Means of Natural Selection - Sobre a origem das espécies por meio de seleção natural - 1859, estabelece uma nova referência na busca da definição da origem do homem".

 

 

...E conclui

 

 

"Como corolário dessa linha de pensamento, a definição, com base nas opiniões derivadas da teoria naturalista, e a mais simplificada e a mais propagada nos livros escolares do ensino básico, é que, como foi dito acima, o homem é um animal racional".

 

  

O Velho Vo objeta Darwin

 

 

"Mas, o que é isso? De onde vem esse entendimento?

Pelo que os livros dizem, vem das observações de Darwin.

O inglês Darwin foi um estudioso da fauna e da flora da América do Sul e das ilhas do Pacífico, onde esteve durante cinco anos, no decorrer do século XIX. Os resultados destas observações combinaram-se, em seu espírito*, com as idéias sociológicas, políticas e econômicas que vingavam na Inglaterra do liberalismo político, tudo conduzindo para a idéia virtual do Homo Economicus".

 

 

* Darwin,Charles Robert. Grande Enciclopédia Delta Larousse, pg. 2073

 

 

O Velho Vo cita mais fatos que somaram ao pensamento de Darwin

 

 

"Além da fixação mental de Darwin, o ambiente favorável à propagação da doutrina da evolução das espécies, tal como foi concebida, foi devido às idéias liberais que proliferaram a partir do fim da coesão do Papado (séculos XIV e XV) e, mais tarde, do rompimento da unidade da Igreja Católica, com a Reforma de Lutero (século XVI). Portanto, dessa curiosa mistura, o materialismo, reforçado por Darwin, somado ao subjetivismo religioso derivado da pregação de Lutero, consolida-se a hipótese de que na árvore genealógica do homem, ocorrera um ancestral primata. Daí estabeleceu-se um novo paradigma no comportamento humano".

 

  

O Velho Vo assinala a diferença de instinto e razão

 

 

"Esse ocasional momento do espírito especulativo mudou a direção da história do homem, que passou a justificar as manifestações e todas as formas de exclusão, baseado na idéia de que na natureza só os mais fortes sobrevivem, como acontece no reino animal, como dizia Darwin, desprezando o valor humano na relação social e, na prática, afetou a essência das relações humanas, anulando a diferença entre instinto e razão.

A partir dessa interpretação equivocada, o altruísmo cede lugar ao egoísmo e a solidariedade é vencida pelo individualismo.

 

HONRA À NOSSA SENHORA

Mas Darwin, parece que não percebia o homem além da antropologia.

Ora, o animal é desprovido da razão, portanto age e reage pelo instinto que é isento de reflexão e o homem age e reage pela razão, que provoca a reflexão".

  

T. do BARRÃO . NITERÓI . 1996

 

  

O Velho Vo identifica a impostura

 

"Tais afirmações consentidas, relativas ao surgimento do homem, portanto, carecem de provas concludentes para uma posição definitiva e tão grave sobre a causa da vida humana. Não passa de mera inventiva aventureira, sem fundamentação e sem comprovação científica determinada. Contudo, essa surpreendente e nova versão da origem do homem passou a ser, para alguns, um novo desafio. Como toda novidade, afetou o pensamento das pessoas e, logo, estabeleceu nova controvérsia, gerando efeitos imediatos na relação humana, refletindo na política e sobretudo na concepção da economia.

Ainda hoje, as sociedades mantêm a desigualdade e diferenças, para fora ou para dentro de si mesmas, devido a esse entendimento equivocado, que induziu o determinismo contra o livre arbítrio, como se fosse simples negar a DEUS".

 

  

O Velho Vo cita Hobbes, o pensador inglês do século XVIII, o homem do Leviatã

 

 

"Será verdadeiro, então, o dito de Thomas Hobbes: "o homem é lobo do próprio homem"? Parece que sim!

A abundância e a amplitude dos conflitos que surgem e permanecem no cotidiano da vida humana indicam que a raiz da crise está cravada no sentimento materialista do homem".

 

 

O Velho Vo diante do engôdo do "Macaco Homem"

 

"Tanto faz a procedência imprecisa dessa teoria. O importante é definir o homem, o que é essencial para o propósito dessa reflexão.

Você deve conhecer a sua causa. É sua consciência que determina o seu modo de ação e sobretudo o procedimento com relação ao seu igual. É uma questão da razão.

Vamos, então, analisar a síntese da teoria naturalista: o homem é um animal racional.

A primeira parte da definição: o homem é um animal, significa que é produto de uma genética comum evolucionista, o que pertence ao campo do físico, do conhecido ou do que pode ser conhecido; o complemento: o homem é racional, portanto, possui a razão, que, como vimos, deriva da alma, o que pertence ao campo do metafísico, do mistério ou do domínio de DEUS. Dessa combinação esdrúxula, ressalta a contradição inexplicável e insuperável: animal racional, é uma fórmula ou equação impossível, ou seja: se é animal é irracional e se é racional não é animal".

 

O Velho Vo desfaz a farsa

 

"Senão, vejamos: a referência principal da teoria científica, que sustenta a base desse raciocínio é a "semelhança física" do homem e seus "ancestrais naturalistas", dos anfíbios aos terrestres. A comparação dos fósseis de animais, de épocas mais remotas, com os do homem e a genética, são os meios para chegar às provas conclusivas. Com a intensificação dessas ocorrências, os paleontólogos, os arqueólogos, os antropólogos e, principalmente, os biólogos, com algumas honrosas exceções, exageraram e foram admitindo certa similitude do homem com alguma ordem de primata. Entretanto, usando toda a estrutura instrumental da ciência, não concluíram essa hipótese. Inicialmente procuravam estabelecer o elo, a identidade pela simples comparação de fósseis. Depois pela composição celular, ou seja, a pesquisa do DNA, o código genético da estrutura orgânica do corpo. Nada mais falso. Os estudiosos, pela comparação ou pela genética, não conseguem estabelecer a ligação. Eles ainda não perceberam que todas essas experiências esbarram no limite finito da própria ciência.

A Ciência é, apenas, o artifício do físico".

 

   

O Velho Vo diz a Décima Conclusão Grave desse estudo  

 

NEGAR A DEUS

É O CÚMULO DA PRESUNÇÃO DE PODER DO HOMEM

 

   

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